Sobre tubarões invisíveis, mudança e amor

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Se eu tivesse que me definir em apenas duas palavras eu, provavelmente, escolheria: amor e medo. Esses dois sentimentos, tão intensos, sempre moldaram a minha vida. O amor é razão para absolutamente tudo o que eu faço e o medo é o meu principal obstáculo.

Quando eu era pequena, eu tinha medo de pular na piscina da casa dos meus avós. Eu sabia nadar razoavelmente bem, minha família estava sempre por perto e eu amava (e ainda amo) a sensação de entrar na água em um dia de calor. O que me paralizava era o medo de um tubarão que morava lá dentro.

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Lembrar de McQueen é nunca esquecer que a moda é sobre SER

Hoje eu acordei e, entre inúmeros posts políticos acumulados nas minhas redes sociais, uma foto me emocionou. Alguém lembrava que ontem (17) seria o aniversário do estilista Alexander McQueen, que nos deixou em 2010.
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Eu acredito que, vez ou outra, nascem no mundo algumas mentes que estão à frente do próprio tempo. McQueen, sem dúvidas, era uma dessas. Usava a moda em sua essência mais verdadeira, como forma de contar histórias. Em uma época em que a moda girava (e ainda gira) em torno da palavra TER, ele nadava contra a corrente e falava sobre sonhos, fantasia, arte e, ainda mais profundamente, sobre a nossa possibilidade infinita de SER.

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O primeiro post de muitos (assim espero)

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Se você chegou até aqui, é porque, provavelmente, você já me conhece e quis dar uma forcinha (obrigada, amigos). Mas, se você caiu de paraquedas nesse blog, é um sinal de que meu SEO está funcionando direitinho (yaaaay!) e que alguma pesquisa na imensidão do Google te trouxe até este pequeno universo. Talvez, lendo esse post, você queira ficar um pouco mais.

“Existem tantos átomos em uma única molécula do seu DNA como há estrelas em uma típica galáxia. Somos, cada um de nós, um pequeno universo”.

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